Desconstruindo paradigmas e formulando procedimentos possíveis para a preservação da nossa Memória Cultural

27/09/2017
Lygia Guimarães
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“O que deverá ‘sobreviver?’”, “como escolher o quê vai nos representar?”, “quais decisões nos representarão na nossa ausência?”. Essas perguntas que assombram diariamente os profissionais de preservação e memória foram abordadas pela historiadora e mestre em Preservação de Arquivos Lygia Guimarães, em sua palestra no Preserva.Me 2017. Chefe da Divisão de Conservação de Acervos Documentais, da Coordenação de Pesquisa e Documentação do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), ela mostrará a importância para quem trabalha na área de um sistema que hierarquize a tomada de decisão. Sistemas de decision making, na visão da profissional, são “essenciais na definição das estratégias mais adequadas e deverão surtir mais resultados positivos do que negativos para os acervos institucionais”.