Conjunto documental Paulo Soares de Vilhena Brandão

Fundo contém imagens da Belém dos anos 1920 e 30, além de documentos relativos à UHE Mascarenhas

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Um dos destaques do Acervo da Memória da Eletricidade é o conjunto documental doado por Paulo Soares de Vilhena Brandão. Produzido e acumulado durante a trajetória do economista, o fundo foi adquirido pela Memória da Eletricidade em 19 de março de 1993 e contém, na categoria documentos textuais, dois dossiês (728 páginas, no total) e, na categoria documentos iconográficos, um dossiê com 40 itens (imagem acima). Os itens do fundo fazem referência à solicitação de verbas, propostas de aumento de capital e ações entre outras questões financeiras da Eletrobras.

O conjunto também conta com a documentação referente a análises realizadas sobre a Usina Hidrelétrica Mascarenhas. Inclui, ainda, fotografias de logradouros públicos variados na cidade de Belém (PA), como as instalações do porto, o arsenal de marinha e a residência de Benedito Passarinho, que foram acumuladas pelo titular enquanto trabalhava na Eletrobras. A organização conta com duas séries que foram arranjadas de acordo com as atividades desenvolvidas pelo titular.

Quadro de Arranjo 

1 – Série Atuação na Eletrobras – [00/00/1920] a 00/09/1970

1.1 – Subsérie Consumo de Iluminação Pública 

01 dossiê iconográfico – 40 itens (data atribuída [00/00/1920 - 00/00/1939])

1.2 – Subsérie Estudos de verbas para empresas de energia elétrica 07/08/1968 a 00/09/1970

01 dossiê textual – 652 páginas

2 – Série Usina Hidrelétrica Mascarenhas- 00/01/1969 a 27/01/1969

01 dossiês textual – 76 páginas

Dossiês iconográficos do Fundo –1  (I.F.0083)

Sobre Paulo Soares de Vilhena Brandão

Paulo Soares de Vilhena Brandão, formado economista, foi um importante nome para o setor elétrico brasileiro. Desenvolveu estudos de mercado e verbas de diversas empresas elétricas brasileiras. Destaca-se, na sua trajetória,atuação como assessor da Diretoria de Planejamento e Engenharia (DPE) da Centrais Elétricas Brasileiras S.A (Eletrobras), em junho de 1988.

No ano seguinte, Brandão passou a integrar o Conselho de Administração da Centrais Elétricas de Santa Catarina (Celesc). Paulo Brandão foi diretor executivo no Centro da Memória da Eletricidade no Brasil, e como adjunto da chefia da Assessoria para a Preservação da Memória do Setor de Energia Elétrica (ASPR) nos anos 1990. O economista ainda desenvolveu trabalho como diretor financeiro da Companhia de Geração Térmica de Energia Elétrica (CGTEE).

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