Consolidação e crise do modelo estatal (1964-1990)

1964

Autorização para funcionamento, pelo Decreto nº 55.209, de 15 de dezembro, da Sociedade Anônima de Eletrificação da Paraíba, criada a partir da fusão das empresas Companhia Distribuidora de Eletricidade do Brejo Paraibano (Codebro) e da Sociedade de Economia Mista Eletrocariri S.A. (Eletrocariri). Posteriormente, a empresa incorporou o Departamento de Serviços Elétricos da Capital (DSEC) e o Conselho Estadual de Águas e Energia Elétrica (CAEE), passando a distribuir energia elétrica a todo o estado da Paraíba, com exceção do município de Campina Grande e adjacências. Em 2000, foi adquirida em leilão público pelo Sistema Cataguazes-Leopoldina.
Autorização, pela Lei nº 4.428, de 14 de outubro, da compra, pela Centrais Elétricas Brasileiras S.A. (Eletrobrás), das dez subsidiárias do grupo American & Foreign Power Company (Amforp), administradas pela Companhia Auxiliar de Empresas Elétricas Brasileiras (Caeeb). As negociações para a compra das ações das empresas da Amforp pelo governo brasileiro foram iniciadas em 1963, no âmbito dos trabalhos da Comissão de Nacionalização das Empresas Concessionárias de Serviços Públicos (Conesp), sendo ultimadas, no ano seguinte, por comissão interministerial coordenada pela Eletrobrás e com a participação dos ministérios da Fazenda, do Planejamento e das Relações Exteriores. A compra foi efetivada por tratado firmado em Washington em 12 de novembro de 1964. As empresas da Amforp integraram o quadro de subsidiárias da Eletrobrás entre 1965 e 1968, quando foram incorporadas, em sua maioria, às concessionárias públicas estaduais.




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