22/03/2017

Preservação da memória é fundamental para o setor elétrico, diz presidente da Eletrobras

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O papel da Memória da Eletricidade na preservação da memória do setor elétrico brasileiro e o que este trabalho significa para o futuro da área foram enaltecidos pelo presidente da Eletrobras, Wilson Ferreira Jr., durante o lançamento do livro "Energia elétrica e urbanização na cidade do Rio de Janeiro".   Para o executivo, o setor elétrico está em um momento no qual precisa aprender a se reinventar e a preservação da memória do setor é fundamental no processo. "O segredo da sobrevivência, tanto de organismos quanto de instituições, sempre foi a capacidade de adaptação. Pessoas com mais informação fazem mais e esse é o papel estratégico da Memória da Eletricidade, não só de preservar, mas também de compartilhar essas informações, possibilitando a nossa reinvenção", destacou.

Presidente da Memória na etapa final de elaboração da publicação, que teve início em 1987 e foi retomado em sua gestão, Mario Santos falou sobre a satisfação profissional e pessoal que foi contribuir com o projeto. "Este é um livro que nos dá a dimensão da importância da energia elétrica para vida, no que diz respeito aos aspectos econômicos, políticos e sociológicos. É um trabalho pioneiro, do qual a Memória da Eletricidade se orgulha e eu me orgulho por ter tido a oportunidade de contribuir com ele", avaliou o engenheiro, que está deixando da presidência da Memória. 

A coordenadora editorial da obra, Ligia Cabral, lembrou que o projeto do livro, lançado no dia 21, no Museu de Arte do Rio (MAR)  foi um dos primeiros da instituição, mas por diversas questões, desde contratempos da pesquisa até dificuldades no patrocínio, só agora foi lançado. "A pesquisa desse livro ficou muito tempo guardada conosco, esperando as condições ideais para serem publicadas, então lança-lo é realmente um marco para a instituição, um presente para nós, pelos nossos 30 anos, e também para a cidade do Rio de Janeiro, que está completando 452 anos neste mês". 

Durante o evento, também foi promovido um debate com a equipe inicial da pesquisa. Os pesquisadores Ana Maria Mauad, Elizabeth Dezouzart, Sergio Lamarão e Cláudia Ricci destacaram a influência marcante que o trabalho no livro – e a própria Memória - teve em suas trajetórias acadêmicas. “Este livro foi uma iniciativa pioneira para a época, teve importância emblemática nas publicações que se desenhariam a partir dali”, lembrou Mauad.

Para ver mais fotos sobre o evento acesse: http://bit.ly/2ngJcHT






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