Lâmpada elétrica


Um número considerável de cientistas já havia desenvolvido lâmpadas incandescentes, mas nenhuma delas funcionou adequadamente até 1878, quando, aos 31 anos, o norte-americano Thomas Alva Edison se envolveu com iluminação.

Naqueles tempos, já se sabia que alguns materiais, ao serem submetidos a uma corrente elétrica, esquentavam e passavam a emitir luminosidade. Todavia, as lâmpadas elétricas produzidas até então costumavam apresentar um problema básico: os filamentos eram feitos com materiais que não suportavam as altas temperaturas, queimando ou derretendo com facilidade.

Ao ar livre, como o oxigênio alimenta o calor, as lâmpadas queimavam e se apagavam em questão de segundos. Foi por isso que os filamentos das lâmpadas elétricas passaram a ser envolvidos por globos de vidro, de onde era retirado todo o oxigênio, o que criava um ambiente conhecido como vácuo.

O inventor Thomas Edison, instigado pelo amigo e professor universitário George Baker, resolveu criar uma lâmpada cujo filamento fosse feito com um material mais fino, que exigisse uma pequena quantidade de corrente elétrica para se aquecer e resistisse ao calor por mais tempo.

Em sua busca, Edison testou um grande número de metais até que passou a usar filamentos feitos com fibras naturais carbonizadas. Assim, em 1879, produziu uma lâmpada com filamento de algodão cozido que funcionou por 15 horas seguidas e lhe proporcionou a patente da lâmpada elétrica eficiente.

Apesar disso, Edison não se deu por satisfeito e continuou sua pesquisa até conceber uma lâmpada com filamento de bambu, importado do Japão, que permaneceu acessa por 900 horas. Ao descobrir que os filamentos feitos com o carvão resultante de fibras de celulose duravam mais tempo, Edison passou a trabalhar na implantação do primeiro sistema de distribuição de energia elétrica da cidade de Nova York e fundou a Edison Electric Light Company.

CURIOSIDADE
Você sabia que foi o Imperador D. Pedro II que autorizou Thomas Alva Edison a trazer para o Brasil a lâmpada elétrica? O Imperador conheceu a energia elétrica em uma viagem aos Estados Unidos e solicitou a Edison que trouxesse para o Brasil todos os seus inventos. Em 1879, mesmo ano em que Edison produziu a primeira lâmpada com filamento a carvão, ele promoveu também a primeira demonstração pública da lâmpada elétrica em terras brasileiras, na Estação Central da Estrada de Ferro D. Pedro II (atual Estrada de Ferro Central do Brasil), no Rio de Janeiro (RJ).




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