Consolidação e crise do modelo estatal (1964-1990)

1967

Criação da Associação de Empresas Distribuidoras de Eletricidade do Nordeste (Aedene), tendo como principais objetivos congregar, orientar, defender e fomentar a mútua colaboração e a assistência entre seus associados e colaborar com os poderes públicos no estudo e solução dos problemas econômicos dos estados do Nordeste, com relação direta ou indireta com a energia elétrica. Posteriormente, as empresas distribuidoras na região Norte passaram a integrar a associação que mudou sua denominação para Associação de Empresas Distribuidoras de Eletricidade do Norte e Nordeste (Aedenne).
Inclusão, pelo Decreto-Lei nº 200, em fevereiro, dos assuntos de natureza nuclear na área de competência do Ministério das Minas e Energia (MME) e transferência da Comissão Nacional de Energia Nuclear (CNEN) para a jurisdição do MME.
Criada em 1956 como órgão subordinado à Presidência da República, e transformada em autarquia federal em 1962, a CNEN foi encarregada de estabelecer a política nacional de energia nuclear. Em 1968, a comissão assinou convênio com as Centrais Elétricas Brasileiras S.A. (Eletrobras), por meio do qual foi delegada a Furnas Centrais Elétricas, subsidiária da Eletrobras, a construção da primeira usina nuclear brasileira em Angra dos Reis (RJ). Em 1986, foi novamente vinculada à Presidência da República. Vinculada, passando para a esfera do Ministério da Ciência e Tecnologia (MCT) em 1999, como órgão responsável por regular as atividades nucleares no país.
Alteração da denominação da empresa Rio Light S.A. – Serviços de Eletricidade e Carris para Light Serviços de Eletricidade S.A., como resultado da unificação das empresas de energia elétrica do grupo Light. Em 1979, a Light foi adquirida, pela Centrais Elétricas Brasileiras S.A. (Eletrobras), em transação efetuada com o grupo Brascan Ltda., sucessor da holding Brazilian Light and Power Company. Em 1981, com a incorporação do subsistema Light no estado de São Paulo pela recém-criada Eletropaulo – Eletricidade de São Paulo S.A., a empresa teve a sua atuação restringida ao estado do Rio de Janeiro. A Light foi incluída no Programa Nacional de Desestatização (PND) em 1992 e privatizada maio de 1996, passando ao controle de um grupo formado pela Electricité de France (EDF), pelas companhias norte-americanas AES Corporation e Houston Industries Energy e pela Companhia Siderúrgica Nacional (CSN). Em 2002, a EDF assumiu a condição de controladora da Light. Três anos depois, foi criada a holding Light S.A., controladora da Light Energia S.A., atuante na geração e transmissão, a Light Serviços de Eletricidade S.A., responsável pelos serviços de distribuição, e Light Esco Ltda., da área de comercialização. Em 2006, a Light foi adquirida pelo consórcio Rio Minas Energia Participações S.A. (RME), composto pela Companhia Energética de Minas Gerais (Cemig), Andrade Gutierrez Concessões (AG Concessões), Pactual Energia Participações (Pactual Energia) e Luce Brasil Fundo de Investimento em Participações (Luce).




Membros Instituidores e Mantenedores:

ABCE CEMIG LIGHT ITAIPU BINACIONAL ELETROBRAS

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