Consolidação e crise do modelo estatal (1964-1990)

1967

Criação da Associação de Empresas Distribuidoras de Eletricidade do Nordeste (Aedene), tendo como principais objetivos congregar, orientar, defender, fomentar a mútua colaboração e a assistência entre seus associados e colaborar com os poderes públicos no estudo e solução dos problemas econômicos dos estados do Nordeste, com relação direta ou indireta com a energia elétrica. Posteriormente, a associação passou a atender, também, a Região Norte, com a denominação de Associação de Empresas Distribuidoras de Eletricidade do Norte e Nordeste (Aedenne).
Definição do Sistema Nacional de Eletrificação pelo Decreto-Lei nº 60.824, de 7 de junho, que também atribuiu ao Ministério das Minas e Energia (MME) competência para elaborar, dirigir, coordenar e controlar os programas do setor de energia elétrica. O decreto fez recomendações aos governos estaduais e à Centrais Elétricas Brasileiras S.A. (Eletrobrás) no sentido do aprimoramento da organização e integração das empresas públicas de âmbito estadual e federal.
Vinculação, pelo Decreto-Lei nº 200, da Comissão Nacional de Energia Nuclear (Cnen) ao Ministério das Minas e Energia (MME). A Cnen havia sido criada em 1956, subordinada à Presidência da República, tendo como atribuição a orientação da política atômica nacional. Foi transformada em autarquia federal em 1962. Criou, em 1971, a Companhia Brasileira de Tecnologia Nuclear (CBTN), substituída, em 1974, pela Empresas Nucleares Brasileiras S.A. (Nuclebrás). A Cnen foi, então, limitada em seu rol de atribuições, passando a se responsabilizar por questões normativas e de fiscalização.
Alteração da denominação da empresa Rio Light S.A. – Serviços de Eletricidade e Carris para Light Serviços de Eletricidade S.A., como resultado da unificação das empresas de energia elétrica do grupo Light. Em 1979, a Light foi adquirida do grupo Brascan Ltda., sucessor da holding Brazilian Light and Power Company, pela Centrais Elétricas Brasileiras S.A. (Eletrobrás). Em 1981, com a incorporação do subsistema Light no estado de São Paulo pela recém-criada Eletropaulo – Eletricidade de São Paulo S.A., a empresa teve a sua atuação nos segmentos de geração, transmissão e distribuição restringida ao estado do Rio de Janeiro. A Light foi incluída no Programa Nacional de Desestatização (PND) em 1992 e adquirida, em leilão de privatização realizado em 21 de maio de 1996, por consórcio formado pela AES Coral Reef Inc., EDF Internacional S.A. (EDFI), Houston Industries Energy Inc., BNDES Participações e Companhia Siderúrgica Nacional (CSN). Em 1998, adquiriu a Eletropaulo Metropolitana Eletricidade de São Paulo S.A., responsável pela distribuição na capital do estado de São Paulo. Em 2002, teve início o processo de reestruturação da Light, que passou ao controle da EDFI. Três anos depois, foi criada a holding Light S.A., controladora da Light Energia S.A., atuante na geração e transmissão, a Light Serviços de Eletricidade S.A., responsável pelos serviços de distribuição, e Light Esco Ltda., da área de comercialização. Em 2006, a Light foi adquirida pelo consórcio Rio Minas Energia Participações S.A. (RME), composto pela Companhia Energética de Minas Gerais (Cemig), Andrade Gutierrez Concessões (AG Concessões), Pactual Energia Participações (Pactual Energia) e Luce Brasil Fundo de Investimento em Participações (Luce).




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ABCE CEMIG LIGHT ITAIPU BINACIONAL ELETROBRAS

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