Consolidação e crise do modelo estatal (1964-1990)

1966

Autorização para funcionamento, pelo Decreto nº 59.851, de 23 de dezembro, da Centrais Elétricas de São Paulo S.A. (Cesp), constituída a partir da fusão de onze empresas estaduais organizadas na década de 1950 e no início dos anos 1960, como a Usinas Elétricas do Paranapanema S.A. (Uselpa), a Companhia Hidrelétrica do Rio Pardo (Cherp), a Centrais Elétricas do Urubupungá S.A. (Celusa), a Bandeirantes de Eletricidade S.A. (Belsa) e a Companhia Melhoramentos do Paraibuna (Comepa). Empresa de economia mista controlada pelo governo de São Paulo, a Cesp, dedicou-se a atividades de planejamento, produção, e distribuição de energia elétrica. Em 1975, por acordo com a Centrais Elétricas Brasileiras S.A (Eletrobras), assumiu o controle acionário da Companhia Paulista de Força e Luz (CPFL), que manteve personalidade jurídica própria. Em 1977, mudou a denominação para Companhia Energética de São Paulo (Cesp). Em 1998, o governo paulista promoveu a privatização da Elektro – Eletricidade e Serviços (Elektro), empresa criada a partir da cisão dos ativos de distribuição da Cesp. Em 1999, a Cesp sofreu mais uma cisão que deu origem às subsidiárias Companhia de Geração de Energia Elétrica Paranapanema (CGEEP) e Companhia de Geração de Energia Elétrica Tietê (CGEET), privatizadas no mesmo ano, e a Companhia de Transmissão de Energia Elétrica Paulista (CTEEP), privatizada em 2006. A Cesp manteve o controle apenas das usinas Ilha Solteira, Jupiá, Três Irmãos, Paraibuna, Jaguari e Porto Primavera, inaugurada em 1999.
Criação do Comitê Coordenador de Estudos Energéticos da Região Sul (Enersul), responsável pela supervisão dos estudos de mercado O Comitê contou com a ajuda financeira da Organização das Nações Unidas (ONU) e com a participação do mesmo grupo de consultores canadenses e americanos que colaborou com o Comitê Coordenador dos Estudos Energéticos da Região Centro-Sul. Finalizados em 1969, os estudos foram baseados em previsões do mercado de energia elétrica até 1980. Consideraram não apenas o potencial hidrelétrico aproveitável nos estados de Paraná, Santa Catarina e Rio Grande do Sul, como também as reservas carboníferas da região e os problemas decorrentes da conversão de frequência.
Criação, pela Lei Municipal nº 61/66, de 8 de setembro, da Companhia de Eletricidade da Borborema (Celb), empresa de economia mista, controlada pela prefeitura de Campina Grande (PB), que sucedeu ao Departamento Autônomo de Serviços Elétricos (Dasel). A partir de 1970, sua área de concessão passou a incluir os municípios de Lagoa Seca, Queimadas, Massaranduba, Boa Vista e Fagundes. Em 1997, sua razão social foi alterada para Companhia Energética da Borborema (Celb). Dois anos depois, foi adquirida em leilão público pela Companhia Força e Luz Cataguazes-Leopoldina.




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