Consolidação e crise do modelo estatal (1964-1990)

1981

Vista da fachada do prédio da Rio Light, no dia da nacionalização da empresa. 23 de março de 1981. Acervo FPHESP

Autorização para funcionamento, pelo Decreto Estadual nº 85.839, de 24 de março, da Eletropaulo – Eletricidade de São Paulo S.A. (Eletropaulo), criada a partir da aquisição do subsistema paulista da Light Serviços de Eletricidade S.A. (Light), controlada pela Centrais Elétricas Brasileiras S.A. (Eletrobrás) entre 1979 e 1996. A Eletropaulo atuava na distribuição de energia elétrica em municípios da Grande São Paulo, da Baixada Santista e do Vale do Paraíba. Em 1983, o governo do estado de São Paulo criou o Conselho Estadual de Energia e unificou administrativamente a Eletropaulo, a Companhia Energética de São Paulo (Cesp) e a Companhia Paulista de Força e Luz (CPFL). A Eletropaulo foi reestruturada em 1997, dando origem à Eletropaulo Metropolitana – Eletricidade de São Paulo S.A., à Empresa Bandeirante de Energia S.A. (EBE), à Empresa Paulista de Transmissão de Energia Elétrica S.A. (EPTE) e à Empresa Metropolitana de Águas e Energia S.A. (Emae) Em 15 de abril de 1998, a Eletropaulo Metropolitana foi privatizada, sendo adquirida pela Lightgás, subsidiária do grupo Light, formado pelas americanas AES Corporation e Houston Industries Energy, Inc., pela Electricité de France (EDF) e pela Companhia Siderúrgica Nacional (CSN). Em 2001, passou ao controle da AES.
Autorização, pelo Decreto-Lei nº 1.872, de 21 de maio, às concessionárias de serviços públicos de energia elétrica, para aquisição da eletricidade excedente gerada por autoprodutores, desde que por meio de fontes energéticas não derivadas do petróleo.




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